Diagnostica e trata pacientes — decisões rápidas onde cada detalhe do corpo humano importa.
6 anos
Formação
CRM
Registro
R$7k+
Início
Atende pacientes, investiga sintomas, pede e interpreta exames, fecha diagnósticos e decide tratamentos — além de registrar tudo em prontuário, que ocupa boa parte do dia. Ao contrário do que as séries mostram, a rotina tem muito mais consulta, prescrição e conversa com paciente e família do que emergências cinematográficas. E ninguém sai da faculdade rico: o retorno financeiro alto vem anos depois, com especialização.
Hospitais públicos e privados, UBS (postos de saúde), clínicas, consultórios próprios, pronto-socorros e serviços como o SAMU. Trabalho quase todo interno, mas com plantões que incluem noites, fins de semana e feriados — muitos médicos acumulam vínculos em mais de um lugar.
6 anos (os 2 últimos são internato — prática supervisionada em hospital)
Anatomia, Fisiologia, Bioquímica, Patologia, Farmacologia, Clínica Médica
registro no CRM (Conselho Regional de Medicina) obrigatório para atuar. Para ser especialista, residência médica de 2 a 6 anos — e a disputa é dura: são cerca de 2 formados para cada vaga de residência no país
O Brasil chega a 2025 com cerca de 654 mil médicos e o número de faculdades de medicina quase dobrou em dez anos — a concorrência cresce, principalmente nas capitais, enquanto o interior segue carente de profissionais. Emprego dificilmente falta, mas o vínculo formal (carteira assinada) está em queda: a maioria trabalha por plantões e contratos PJ, sem estabilidade. Concursos públicos e o SUS são portas relevantes, e a residência virou o novo vestibular da carreira.
Os valores variam fortemente por especialidade, região e carga horária — especialidades cirúrgicas e cardiologia puxam o teto, e boa parte da renda vem de acumular plantões e consultório.