Apura, checa e publica o que é relevante — informação confiável contra o relógio.
4 anos
Formação
Livre
Registro
R$2,5k+
Início
Apura fatos, entrevista fontes, checa informações e transforma tudo isso em matérias para site, TV, rádio, podcast ou redes sociais. No dia a dia: liga para fontes, confirma dados, escreve contra o relógio e adapta o mesmo conteúdo para vários formatos. Não é só aparecer na TV — a maioria trabalha nos bastidores, e hoje mais jornalistas atuam em assessoria de imprensa e produção de conteúdo do que em redações tradicionais.
Redações de portais, TV, rádio e jornais; assessorias de imprensa; departamentos de comunicação de empresas e órgãos públicos; produtoras de conteúdo e podcasts. Trabalho predominantemente interno, em frente ao computador, com saídas externas para coberturas, entrevistas e eventos.
4 anos (bacharelado)
Teoria da Comunicação, Redação Jornalística, Técnicas de Entrevista e Reportagem, Ética e Legislação Jornalística, Fotojornalismo, Jornalismo Digital
Mercado difícil nas redações tradicionais: o emprego formal de jornalista encolheu cerca de 18% a 21% na última década, e entre 2024 e 2025 houve mais demissões do que contratações no setor. Em compensação, assessoria de comunicação, marketing de conteúdo e mídias digitais independentes cresceram e hoje empregam mais que as redações. O diploma não é obrigatório por lei desde 2009, o que aumenta a concorrência — o diferencial está na versatilidade multimídia e na especialização.
Assessoria de imprensa costuma pagar melhor que redação no início da carreira. Cargos de edição e direção de redação em grandes veículos podem passar de R$40 mil, mas são exceção.